Arquivos de abril de 2008

Ufla

quarta-feira, 30 de abril de 2008 16:59
Escrita por Diego

A Traço Leal se especializa, cada vez mais, no seguimento educacional através de projetos para grandes universidades como a Unifei, a Ufop e agora a Ufla.
A campanha do vestibular 2008 da Universidade Federal de Lavras traz consigo o slogan “Demonstre sua atitude� que pretende atingir jovens ousados e que encaram o desafio de entrar em uma universidade.
Para que a mensagem atingisse o público-alvo, a equipe de criação traçou um paradoxo entre o antigo e o novo trabalhando cores vibrantes e efeitos especiais, para simbolizar o conflito das decisões do vestibulando, e ao mesmo tempo atrair sua atenção.
A Agência tem certeza sucesso e dos resultados surpreendentes.

Por : Luiza Gabrile

Dois Corações

quarta-feira, 30 de abril de 2008 16:57
Escrita por Diego


A marca Dois Corações é conhecida como a maior atacadista do Circuito Turístico das Malhas do Sul de Minas.
É pensando nessa grande conquista que a Traço Leal lança a campanha Outono Inverno 2008, reafirmando a identidade da marca, que possui um design singular, com o predomínio da cor vermelha. É possível observar que há grande destaque na elegância das peças, catálogo, banners internos e outdoor, e no estilo despojado que se preocupa com a beleza e conforto dos seus consumidores.

Por: Luiza Gabrile

VAREJO, metas como ferramenta de gestão!

terça-feira, 29 de abril de 2008 09:56
Escrita por Diego

“ Mire em nada e você acertará! � – Anônimo.

Esta frase fez, e ainda faz, parte de um número bastante significativo de empresas de varejo.

Nos últimos 22 anos (período em que atuo junto ao varejo), foram inúmeros os casos de empresas que não tinham a mínima noção de onde estavam seguindo e o porquê de continuar a seguir.
Compravam porque vendiam ou porque esperavam vender. Mas nunca se perguntaram: “quanto?�
O quanto desejavam vender?
O quanto tinham de capacidade para vender?
O quanto precisariam comprar para realizarem a venda?
O quanto tinham que ter de estoques?
O quanto precisavam lucrar?

Pois bem, várias dessas empresas fecharam as suas portas por incompetência dos seus gestores. As que sobreviveram, de certa forma, tiveram que aprender a lidar com ferramentas de gestão jamais pensadas por seus próprios gestores.

Uma “ferramenta de gestão� que fez, e faz muita diferença, é a “política de metas�. Traçar metas, significa apontar uma direção, focar o alvo que se pretende atingir.
No varejo, ao traçar as metas de venda, são criados vários subsídios para se traçar uma série de outras metas, que somadas, viram um verdadeiro “balanced scorecard�, pois é possível medir o desempenho destas metas e suas conseqüências.

Nos últimos quatro anos, tenho desenvolvido um plano de metas audacioso na empresa em que trabalho. O desenvolvimento deste trabalho tem impulsionado um crescimento profissional muito intenso nas equipes.
Pratica-se meta, persegue-se a meta, remunera-se por meta, respira-se meta!
Tornou-se um hábito estressante, porém valioso na busca e realização dos resultados. Tal e qual ouvi de um consultor há um tempo atrás: “ Em uma empresa o que não pode ser medido com números, não é importante! �, óbvio que este é o extremo da análise, mas tem fundamento.

Meta tem a ver com objetivo, e o objetivo de todas as empresas de varejo é o lucro.

Varejo sem metas é loteria!

Boa sorte!

Maurício Santos, atuou na área de compras das Casas Pernambucanas, Casa das Cuecas e do extinto Mappin. Atualmente é superintendente da Malharia Triângulo.
(www.varejoedetalhe.blogspot.com)

O papel da TV na sociedade midiática digital

terça-feira, 29 de abril de 2008 09:53
Escrita por Diego

O PAPEL DA TV NA SOCIEDADE MIDIÃ?TICA DIGITAL
Olga Tavares*

A televisão brasileira completa 58 anos, festejando uma conquista que mudará os rumos da sua própria história: a introdução do padrão digital. Espera-se, com isso, uma mudança também nos hábitos dos telespectadores que têm na TV uma espécie de totem, cuja importância norteia toda a sociologia do cotidiano familiar. Hoje, existem no país cerca de 70 milhões de aparelhos de TV, de transmissão analógica, que cobrem quase 100% dos lares brasileiros. É indiscutível a influência da TV na construção da identidade sociopolítico-cultural da sociedade, através das telenovelas, da programação infanto-juvenil e dos telejornais. Como salienta Eugenio Bucci, “tire a televisão de dentro do Brasil e o país desaparece�.
São Paulo foi o primeiro estado a ter acesso à TV Digital. Até 2010, todas as capitais terão sinais digitais. E, finalmente, em 2016, todo o país terá cobertura digital. Possivelmente, a partir daí é que se poderá ter uma idéia efetiva desta revolução midiática que se preconiza, pois o processo será totalmente instalado e as alternativas todas já terão sido testadas para que o telespectador tenha, de fato, uma nova televisão. E quais serão as modificações que alterarão o papel da TV na sociedade brasileira? Além dos recursos técnico-estéticos em relação à imagem e som, tem-se a perspectiva da interatividade, que é o grande diferencial deste novo modelo de transmissão digital, ou seja, a possibilidade de o telespectador participar do processo televisivo, deixando de ser aquele indivíduo passivo que se conformava em assistir à TV sentado no sofá, no máximo comentando o conteúdo com familiares ou amigos.
O software brasileiro para a TV digital, o middlewareFlexTV, apelidado de Ginga, foi desenvolvido pela Universidade Federal da Paraíba e pela PUC do Rio de Janeiro, e sua função é a de exatamente permitir aplicações que dêem suporte à interatividade, possibilitando que sejam usados outros aparelhos, além do controle remoto, como o celular, por exemplo, para trocar informações com as emissoras.
Com a perspectiva da interatividade, a TV Pública Digital, recém-criada e com novas configurações, poderá introduzir uma programação diversa que atenda aos anseios da sociedade brasileira, no sentido de a televisão se preocupar com o caráter educativo. Mesmo que as TVs Educativas tenham tentado cumprir este papel desde a década de 60, os conteúdos eram considerados desinteressantes, repetitivos, pouco atrativos e sem continuidade. Sob o conceito de “uma rede de redes�, a criação da TV Pública Digital pode ser uma esperança para a introdução efetiva da interação público-emissoras, de modo que o telespectador escolha e seja agente da programação que ele quer para interagir com a família e com os amigos. Provavelmente, as emissoras comerciais adotarão o T-commerce como o eixo norteador da interatividade. Como a TV Pública não tem fins lucrativos, o seu objetivo maior deve ser o de atrair as pessoas para o seu próprio papel de construtores da informação e da cidadania. Este pode ser um apelo bastante positivo para que a TV no Brasil comece a ser construída em consonância com a sociedade que já lhe delegou tanta supremacia. E, quem sabe, pode-se ter uma TV Pública voltada para os interesses do público, a exemplo da BBC – a 1ª. rede inglesa; e da PBS – a 4ª TV americana.

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* professora do DECOM-UFPB. Doutora em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). olgatavares@cchla.ufpb.br

Campanha Fremi Tricot

terça-feira, 15 de abril de 2008 18:29
Escrita por Diego

FREMI TRICO

FREMI TRICOT

Entender e trabalhar a feminilidade exige total e completa sensibilidade.
Nesta campanha, a Traço Leal apresenta um design contextual de perfeita harmonia.
E serenidade.Trabalhando com o tema “passear�, a campanha superou
todas as expectativas.Fazendo uso das mais belas cores invernais e belíssimos contrastes,
a campanha atingiu e ultrapassou os objetivos traduzindo a essência da marca: elegância e sofisticação.
www.fremitricot.com.br